[Português] Semana de 28 de Junho a 4 de Julho

Como nos preparamos para tanta coisa? É uma semana de reflexão, de prestar atenção ao que vemos e lemos, de observar como são as transformações do caracter, do ego, da fúria de quem se recusa a compreender o início de novos tempos, aquela era de Aquário que tanto muito rezamos para que chegue, e que chega com mudanças óbvias. Semana para perceber e aceitar a transformação religiosa, a organização de novas elites, novas expressões de amor e compromissos, valorização do dinheiro, mudança de atitude no trabalho, raiva como expressão de frustração, migração como reorganização mundial e local, preocupação com a alimentação como um método de prevenção e saúde, minimalismo que vai atrapalhar os negócios e, sobretudo, movimentos de amizade, onde uns sairão com estranhas desculpas e outros chegarão com boas-vindas e frescor para o espírito. Sem que Julho seja um mês de mudanças radicais, as mudanças já vividas pela humanidade são perceptíveis, tanto em geral como nas nossas comunidades. É uma semana para ficar atento e sonhar onde queres estar no meio de todas essas mudanças, porque não fazer é ser varrido por uma corrente que vai acabar onde não queremos. Sonhar é criar força, intenção, a visualização da nossa manifestação na terra, porque é uma semana onde compreendemos que a nossa palavra tem força para criar, e se apenas criares raiva, ódio, separação e distância, só criamos a nossa própria solidão e abandono. Procuremos palavras que unem, que não deem instruções, que não imponham. Vamos falar de colaboração e não de rancor ou superioridade sobre o inferior. São tempos em que é melhor aceitar do que negar. Já estamos a ver com uma intuição poderosa a verdadeira intenção dos poderes que ficam sozinhos sem serem governados. É o início da queda de antigas lideranças que agiam sem empatia. Nos próximos três meses há mudanças nos rumos das empresas e organizações, por quem tem utopias e inspirações para continuar. Julho é uma época em que acabou a inocência, agora para ver com os olhos, para sentir com o coração.

No plano material e dinheiro

Semana para saber se existe alegria nas nossas atividades e objetos que nos cercam. Semana para iniciar planos de mudanças e transformações para nos organizarmos a partir do bem-estar pessoal que trará abundância a partir do sentimento de prazer de todos aqueles que participam e colaboram. O dinheiro começa a chegar às pessoas que sorriem, às pessoas que constroem prazer nos seus bens. Alguns dirão que são tempos raros, mas esta semana confirmamos que o dinheiro só chega aos felizes, aos que colaboram desinteressadamente e às vezes com grande vocação para colaborar. O dinheiro é cada vez mais uma energia e menos um papel impresso. Só atinge quem age a partir da própria serenidade e plenitude.

No plano sentimental

Semana para contemplar a profunda falta de compromisso. Esse detalhe sentimental não é necessariamente prejudicial, mas são momentos em que não podemos comprometermos com o que não acreditamos profundamente. São tempos de honestidade, onde o valor da transparência, a confissão íntima dos nossos sentimentos, traz mais lealdade do que compromisso. A vida amorosa transforma-se em lealdades profundas, dedicatórias honestas e manifestações sinceras. Nada exagerado, nada frio ou amedrontador, porque o amor em todas as suas expressões é uma decisão, e decidir sentir, amar e dar e receber é um ato puro que estamos a entender hoje em dia.

No plano espiritual

Semana para perceber que estamos acima das organizações, e sim, diante da confusão espiritual do momento, estamos a construir as nossas próprias utopias. Estamos a afastar das velhas crenças por umas mais próprias e frescas. Estamos a afastar daqueles que apresentam diferenças de valor e gentileza, para nos aproximarmos daqueles que falam como falamos para nós mesmos. Por um lado, sentimos que ficamos sozinhos e, por outro, que nos rodeamos dos poucos que vibram com os nossos sonhos. Espiritualmente, são tempos de comunidade, de nos surpreendermos por estarmos unidos àqueles que vibram com nossas esperanças, com nossos sonhos, com os sonhos que construímos juntos. Assim, a vida real, difícil e confusa, está a ser deixada em segundo plano porque entendemos que é melhor não dar tanta importância a ela. Somos espíritos e almas dentro do real, e o real não nos manda nem impõe crenças. As crenças que nos dão serenidade estão dentro de nós, e desta vez, seremos seletivos, pois não estamos aqui para nos incomodar, sim, acolhendo e abraçando quem não se sente ou pensa como nós, porque no final, ninguém vai vencer. Só na diversidade constroem-se os universos e, neste momento, do caos, é a melhor forma de tomar consciência de que um novo está a nascer.

Donativo

Obrigado pela generosidade para poder continuar a desenvolver este trabalho

5,00 €