[Português] Semana de 25 a 31 de Maio

Semana para testar a necessidade de colaboração com pessoas próximas de ti. Por exemplo, ser um bom vizinho não faz de ti uma pessoa melhor, mas permite que construas uma ponte de colaboração para os próximos tempos. Acreditarás que a criatividade, razão, esforço e capacidade de reagir às adversidades farão a diferença para sobreviver a este presente que insiste em mudar radicalmente algumas crenças. Mas nada como ser um bom vizinho. E ter bons vizinhos fará uma grande diferença em tudo isso, que está rapidamente a começar a se resolver nas condições atuais. A colaboração torna-se a força autorizada que fará o resto que tu esperavas que acontecesse. Semana para tirar o que precisas de alguém que tem de sobra, e apenas a generosidade amplia os relacionamentos. E será o vizinho que resolverá os teus assuntos imediatos e te dará a visão de que é possível, de outra maneira, como tu resolverás os problemas dele. E, como uma espécie de metáfora ou exemplo simples, viagens longas e distantes não resolvem mais questões importantes, porque o essencial está à mão. Semana para criar microeconomias colaborativas, alternativas engenhosas para sentires que estás feliz pelo dia e pela carteira. As comunicações substituíram a presença, e o misticismo social exige ter a capacidade de saber como alcançar o coração com olhares, palavras e narrações que criarão a atmosfera dos novos tempos. Podemos nos ver pouco, mas os possíveis encontros serão intensos. Desenvolvemos profundamente as emoções de admiração e construção da intuição. E as novas emoções estão aproximando-nos dessas novas fontes de riqueza pessoal que esta semana é inevitável não as ver, porque encandeiam-te como razões para entender que o que está longe ficou ainda mais longe, e o que está próximo, é o que te corresponde, aceita e entende.

Semana para olhar o ego e nos sentirmos um pouco envergonhados. Entende que agimos apenas por nossos interesses e heroísmo, que acreditávamos ter alcançado uma liderança sólida e acordada. Reflectimos e nos arrepiamos, algo como simplesmente ver a falsidade sensível de algumas redes sociais de empresas e empregos. Não é agradável rever as nossas atitudes que apenas nos colocam com sendo o centro de outros, nem entender que acumulamos e atuamos apenas para nos destacar. De que servem todas aquelas máquinas, essas riquezas e aquelas modas nos tempos em que não se pode mostrar? É usado para isso, para saber se tudo isso faz a tua alma feliz e te dá serenidade. Semana para encontrar um centro possível e próximo, mais prático e, por sua vez, mais humano, mais íntimo, que nos faça descansar de tanto tempo de demonstrações inúteis, porque são momentos em que apenas a franqueza da nossa essência nos leva a tempos desconhecidos, mas seguros. O futuro pertence a ti mesmo, e não às corporações onde se pode fazer carreira ou crescer permanentemente. Se aprendemos alguma coisa, é que a permanência é impermanente. E quem tiver capacidade de aprender e evoluir com adaptabilidade verá que sua independência é mais estável, mais segura e mais apropriada para viver na atividade que agrada ao coração. Semana para que, na tua privacidade, te conectes com o que te excita e te dá vida no meio de tudo que o que vives. Eu recomendo que actives a tua energia espiritual e emocional com a melhor actividade do mundo: fazer pão. O teu país está numa encruzilhada onde a esperança e a realidade estão entrelaçadas? Quais os modelos de negócios que funcionarão no futuro? Estamos caminhando para um novo mundo normal ou para um mundo completamente diferente? Hoje preocupa-te só em fazer pão. Concentra-te nisso. No silêncio de misturar a farinha com o fermento ou a massa de fermento, colocando sal, algumas especiarias, sementes ou elementos que enriquecem o teu pão, será a amassar, modelar e levar ao forno ou aos carvões que farão o milagre.

Deixa-te levar pelo cheiro de pão, que penetra nas lembranças mais antigas, para aquele lugar em que a tua boca está cheia de massa e sentes esse sabor. Não há nada mais espiritual do que essa conexão com o cheiro do pão, com o sabor do pão, com a trituração de pão quando o compartilhas. Desfruta em silêncio e trata dessa pausa diária para fazer pão, para que sintas o teu coração que tem esperança, que faz sentido, que tem um batimento cardíaco que anima e te alegra com a massa que se tornará o corpo de algo que te dará visão, frutos futuros e abundantes. Partilha com o teu vizinho, deixa o fruto da tua alma ir longe e que faça muitos felizes ao mesmo tempo. Como quem faz pão sabe a abundância de como, misturando três ou quatro coisas muito simples, permites que todos voltem ao róseo de rostos que se iluminam com a grandeza do pão. Deixa o pão tornar-se a tua receita, o teu segredo, o teu poder de entender que tudo foi construído novamente, enquanto tu desfrutas do fruto da tua massa.

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